Após parecer, defesa de Argemiro Pimentel afirmou que acusações eram infundadas e poderiam trazer consequências desastrosas para a reputação do político
O Tribunal de Justiça do Estado decidiu, na manhã desta segunda-feira (17), pela continuação da elegibilidade do pré-candidato a prefeito Argemiro Pimentel. Que foi questionada e contestada a prestação de contas da sua última gestão à frente da Prefeitura, no ano de 2018, pela Câmara Municipal.
A decisão, tomada pela juíza Mariana Flores Matos Paula, ocorreu após uma análise minuciosa dos documentos apresentados pela defesa de Pimentel, contrapondo que todas as acusações feitas contra ele eram infundadas e sem provas concretas. Os efeitos da acusação eram como sementes de dúvida e injustiça plantadas, e que poderiam florescer consequências desastrosas para uma reputação ilibada, como a do pré-candidato Argemiro Pimentel, afirma a defesa dele.
Segundo Argemiro, o relator do processo não sabia explicar quais eram os agravos apontados nas contas. “Esse processo foi feito de qualquer maneira. Não tinha um relatório que comprovasse nada. Quando foi feito à revelia, fizeram sem me comunicar. Eu estava na cidade e disseram que eu não estava. E daí para frente, não tinha como eles se basearem em nada, estavam totalmente errados”, afirmou Pimentel.
O ex-gestor de Machados comenta sobre o caso do vereador Sílvio Borba (PSB), que pediu o parecer, vista no processo antes de ser votado na Sessão do dia 16 de abril de 2024. “O vereador Silvio Borba, argumentou que o relator, colega vereador, não soube explicar. Tentaram fazer eu não disputar as eleições de 2024”, apontou Argemiro.
Outro ponto do caso foi quando a vereadora Elisandra Cunha, a Elis (PSB), disse na tribuna que o regimento da casa estava ultrapassado, com falhas. Segundo Argemiro, os próprios membros da Câmara Municipal sabiam que aquele processo não poderia ser julgado daquela forma. “A palavra da vereadora constatou o que Sílvio Borba falava que independente do regimento interno, tem a Constituição Federal. Um vereador, legislador, deputado estadual, federal e um senador tem que dar a palavra pela ordem, discutir, pedir uma votação. E nada foi feito. Então foi um atropelamento que a justiça jamais aceitaria”, explicou.
No dia que aconteceu a sessão na Câmara Municipal sobre a prestação de contas, a reportagem do blog procurou os vereadores, tanto o relator, quanto o presidente da Casa Legislativa, e ninguém quis se pronunciar. Por tanto, só temos na matéria, as declarações do ex-prefeito, Argemiro Pimentel, após decisão judicial.
Decisão Favorável
Com a decisão favorável do Tribunal de Justiça, Argemiro Pimentel afirma que está oficialmente apto a participar das eleições municipais de 2024, e concorrer ao cargo de prefeito de Machados.
Recebida com grande alívio pelos apoiadores e correligionários do político, que acreditam em sua capacidade de governar e transformar novamente a vida dos machadenses. As redes sociais do político está em polvorosa. “É uma conotação clara, cujo objetivo era me tirar do pleito. Uma perseguição política para me tirar do pleito e me julgar inelegível. Eleição se ganha com voto! Hoje sou pré-candidato e futuramente candidato”, pontuou Argemiro.

